terça-feira, 22 de maio de 2012

Ramones forever... Wait, what?

Porque deixei passar em branco o aniversário do grande Joey Ramone, que no dia 19 de Maio faria 61 anos, porque o meu zune faz questão de me pôr a ouvir Ramones todos os dias (e não, não tenho mais de Ramones que do resto, é mesmo fixação do zune!) e porque hoje quando ouvi esta:



Soube que tinha de fazer isto:


E pronto, é isto...

Bons filmes e boas leituras!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Trauma do Fim de Semana



O QUE É ISTO?

A sério, lança-se cada coisa em Portugal que eu fico parva...

Esta letra, se EU a tivesse escrito aos 13 anos, depois de reler pegava na folha, rasgava em bocadinhos muito pequeninos, molhava para não ter qualquer hipótese de recuperação e enfiava no lixo, beeem lá no fundo e de preferência separado em vários caixotes, não fosse o Diabo tecê-las. Depois, inclinaria a cabeça em sinal de vergonha e, solenemente, juraria nunca mais tentar escrever nada enquanto vivesse. E não, não me incomoda o "durmo com quem eu quero" (os defensores da artista têm alegado ser isto que incomoda o público que não gosta da letra), incomoda-me o facto de não ter qualquer sonoridade, de ser fraca não só em termos de conteúdo como em termos de poesia, de soar mal, pior que quando os Xutos incluem palavras como "fotocópia" numa letra, incomoda-me que pareça ser escrita pelas crianças de 12 anos que minam o facebook com as suas fotos "duckface" com efeitos tipo cartoon e a adicionarem as amigas como namoradas... A sério... É TÃO MAU!

Passemos à música, que se for suficientemente boa consegue ultrapassar a importância da letra. Não é. É quase igualmente má. É uma tentativa muito mal conseguida de recriar um estilo Variações (é preciso ser muito limitado para não perceber que há coisas que funcionam por ser únicas...) mas, apesar de toda a evolução na música e na tecnologia desde então, sai tudo muito pior... Parece que os recursos diminuíram em vez de aumentar e esquece-se que é preciso um enquadramento para tudo... Fazer igual ao Variações, sem ser original e sem enquadramento tem um resultado muito para lá de lamentável. Não compreendo quem pensou que resultaria...

Por fim, a voz... Nada de característico, mas um timbre suportável... Se fosse afinada... Também não é.

Em suma, e arriscando ser interpretada como estando a sofrer de um grave caso de "birra de 2ª feira", é das piores coisas que já ouvi na rádio em toda a minha vida. Não volto a ouvir rádio enquanto a pseudo-moda não passar.

Bons filmes e boas leituras!

PS - Às vezes fico a pensar se as pessoas que ouvem/gostam/compram este tipo de coisas não é só para se confortarem porque não têm nenhum talento e com isto provam a si próprias que não é necessário tê-lo para "ser alguém" (signifique lá isso o que significar)...

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Filosofia barata

Só porque há coisas que me ficam a remoer... E depois dão voltas, e voltas e enquanto não as deito cá para fora, faz-me "espéce"...

Estar feliz para mim é atingir um estado em que não interessa nada o que os outros pensam, não interessa se gostam, se magoaram no passado, se merecem um fim miserável, lento e doloroso, porque na verdade só me importo comigo e com as pessoas que fazem parte dessa felicidade. É aquele momento em que te dizem que o não sei quantos que tu odeias foi atropelado ou promovido e para ti o impacto é zero e ainda lhe desejas felicidades!!! Porque não importa, o que é mau passa a não importar e o que é bom, passa a ser exacerbado...

Depois, há outro estado de espírito que para mim nada tem a ver com felicidade... É aquele estado em que se atinge algum sucesso (ou não e apenas se finge que assim é) e a única coisa que se deseja é esfregá-lo na cara de alguém, o prazer (atenção: prazer e não felicidade!) que é retirado desse sucesso é a capacidade de fazer com outros se sintam mal (ou pelo menos acreditar que se sentem) sendo essa a razão para o próprio se sentir melhor. Assim um bocadinho como as palhaçadas da Adele acerca do "ex" quando teve sucesso com o álbum que fez sobre a relação com ele...

Enfim... Não sou ninguém para criar nenhuma definição de felicidade, mas esta é a minha filosofia (barata): querer mal a alguém, não gostar, irritar-me, etc, são tudo coisas que me provocam assim um incómodo ali na zona do diafragma... Felicidade é não estar incomodada!

Fonte: filosofaremlinha.blogspot.com
E com esta vos desejo um excelente fim de semana!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Once upon a time in the 90's...

Éramos todos tãooooo freaks que o Billy Corgan nem parecia um puto mimado, rebelde sem causa! E era tão bom...

"[...] Emptiness is loneliness, and loneliness is cleanliness
And cleanliness is godliness, and god is empty just like me
Intoxicated with the madness, I'm in love with my sadness [...]"


Vamos lá que já falta pouco para o fim de semana! Wanna go for a ride?

Bons filmes e boas leituras!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Féxon (II)

Ora a sugestão de moda da semana... É como usar o vestido de princesa que a maioria das meninas imaginaram na infância combinado com umas Doc Martens cheias de estilo!

Fonte (do original): http://records.bluefm.com.ar/
Boas compras! XP

terça-feira, 15 de maio de 2012

Reclamar o meu espaço

Se há coisa que me irrita de maneira incontrolável é encostarem-se a mim em filas... Sou, por natureza, uma pessoa pouco amiga do toque, especialmente da parte de estranhos e como tal, não há nada mais perturbador para mim do que ter um ser a respirar-me no pescoço, com as mãos encostadas às minhas costas e os potencias objectos que possa carregar cravados na minha espinha! Nada! JURO! Nesses momentos só me apetece virar-me para trás a gritar que nem uma louca para se afastarem de mim e enfiar uma murraça na tromba de quem for, seja uma criancinha, uma velha, um gajo todo bom ou uma gaja com o dobro do meu tamanho!
Mas eis que tive uma ideia (e juro que cá venho contar quando a puser em prática, que tendo em conta a minha habitual frequência de supermercados e metro não há-de tardar muito). Da próxima vez que isso acontecer, "atendo" o telefone com o seguinte discurso:

"*atender e tosse* Não interessa! Achas que vou dizer onde estou para mandarem alguém atrás de mim? Já disse que não vou para o hospital! *tosse* Cá quero eu saber se começa uma pandemia ou uma epidemia ou o raio! A mim não me apanham na quarentena, cheia de agulhas espetadas e sem poder sair nem para apanhar ar! *tosse* Deixa-me em paz, também hoje em dia já ninguém morre de tuberculose! *tosse e desligar*"

Será que resulta?? Não custa tentar... Wait for it! XD

Fonte: sodahead.com


Bons filmes e boas leituras!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Butterfly Effect

Há uns dia revi o Butterfly Effect, e fiquei com a ideia que, apesar da história ser mesmo muito interessante e original (para um filme, a questão do efeito borboleta em si, todos conhecemos), não me atingiu com o mesmo impacto que da primeira vez, como aqueles filmes mesmo, mesmo bons fazem. Continuei a achar que é uma história cheia de imaginação e muito bem pensada para que possa ser manipulada de todas as maneiras, no entanto algumas das "viagens", chamemos-lhes assim, são proporcionadas de formas que, se fossemos a ter em conta a mesma situação na realidade, seria pouco provável que se conseguissem, tirando a realidade à parte realista da história. As personagens não têm características muito vincadas ou aprofundadas na história, mas isso penso que, em consequência das mudanças, seria complicado... No entanto, dá origem a uma incontornável falta de empatia entre o espectador e a personagem. Se sobrar por aí quem não tenha visto, aconselho! Para rever, não esperem grande emoção...

Fonte: http://www.swotti.com/
Ontem, por mero acaso enquanto fazia zapping, apanhei o Butterfly Effect 2 a começar e resolvi ficar a ver.
Aqui é que a porca torce o rabo... Fazer sequelas com exactamente o mesmo fundo, mudando só as personagens e os pormenores da história resulta em casos excepcionais, não resulta para todos os que se proponham a tal. Para mim, há o Saw I-VII a fazê-lo de forma brilhante, mas nem estes se arriscaram a manter tão imutável a "base" da história.
Neste filme, passa-se exactamente O MESMO que no primeiro... Há um rapaz que, olhando para umas fotografias de momentos da sua vida, consegue regressar no tempo aos momentos a que estas remontam e alterar a história, regressando depois ao presente com as respectivas consequências... Já isto é um fundo demasiado abrangente para se copiar a papel químico, mas as semelhanças não ficam por aqui... Há o pai que já sofria do mesmo mal e que todos interpretaram como esquizofrenia, há a mãe pacífica e assustada que o filho siga o caminho do pai sendo institucionalizado e cometendo posteriormente suicídio, e há a tentativa constante de salvar a "donzela" que em ambos os casos é uma das grandes vítimas da história original e das suas versões alternativas.
Se o primeiro filme prima pela originalidade, este serve apenas para entreter numa tarde de Domingo em que não haja alternativa mais interessante.

Fonte: tup-cine.blogspot.com
Já vi entretanto que ainda existe o Butterfly Effect 3, e com melhor classificação no imdb, no entanto não é filme que me vá esforçar por ver... Quem sabe um dia destes também o apanho durante um zapping, num dia em que não me apeteça fazer qualquer outra coisa...

Bons filmes e boas leituras!