terça-feira, 30 de outubro de 2012

Amanhã...

Vai ser mais ou menos isto (mas em versão "eu não tenho jeitinho nenhum para maquilhagem normal quanto mais artística"):


Muahahahahahahahah!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A Song of Ice and Fire - agora, a espera...

Pois é, acabou-se! E mesmo, mesmo só para chatear, tinha de se acabar num ponto de viragem com mais uma data de situações que eu já estava mesmo a ver onde iam levar a ficarem completamente desfeitas para me deixar sem qualquer pista do que irá acontecer a seguir!
E agora tenho de esperar... PORQUÊ?? Porque é que não resolvi ler só depois de todos os volumes estarem lançados?? BAH!

Enfim, resta agora esperar pela terceira temporada da série para passar cinquenta minutos por semana durante doze semanas a ralhar com a televisão, qual velha a ver a novela, por estar tudo tão diferente do livro! hehehe Espero que não, na verdade, espero que consigam ter uma adaptação tão boa na terceira como tiveram na primeira e já me dou por feliz.


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O Orgulho e a Vaidade

O orgulho é a consciência (certa ou errada) do nosso próprio mérito, a vaidade, a consciência (certa ou errada) da evidência do nosso próprio mérito para os outros. Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser ambas as coisas, vaidoso e orgulhoso, pode ser — pois tal é a natureza humana — vaidoso sem ser orgulhoso. É difícil à primeira vista compreender como podemos ter consciência da evidência do nosso mérito para os outros, sem a consciência do nosso próprio mérito. Se a natureza humana fosse racional, não haveria explicação alguma. Contudo, o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais tarde uma interior; a noção de efeito precede, na evolução da mente, a noção de causa interior desse mesmo efeito. O homem prefere ser exaltado por aquilo que não é, a ser tido em menor conta por aquilo que é. É a vaidade em acção.

Fernando Pessoa, Da Literatura Europeia

Já que fui preguiçosa a semana toda para escrever, não vamos querer romper a tendência logo na Sexta Feira, não é?
Fica aqui um pequeno pensamento do nosso grande Pessoa que, assim de repente, parece inspirado ou no Sócrates durante o anterior mandato ou no Passos Coelho actualmente... Deve ser o lugar que está infectado com um vírus qualquer de vaidade (vazia), deviam pôr a assembleia de quarentena...

Bom fim de semana!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Do you have the time

To listen to me whine
About nothing and everything
All at once
I am one of those
Melodramatic fools
Neurotic to the bone
No doubt about it

Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me
It all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am I just paranoid?
Am I just stoned?

I went to a shrink
To analyze my dreams
She says it's lack of sex
That's bringing me down
I went to a whore
She said my life's a bore
So quit my whining cause
It's bringing her down

Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me
It all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am I just paranoid?
Uh, yuh, yuh, ya

Grasping to control
So I better hold on

Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me
It all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am I just paranoid?
Am I just stoned?


Basket Case, Green day


Porque às vezes dá-me para a parvoíce :P

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cada macaco no seu galho...

Ou dizendo as coisas de outra maneira:



Ah, Gary... Y U SO AWESOME???

PS - Válido também para modelos, socialites, ex-concorrentes de reality shows, etc, etc...

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Cumpre-te Hoje, não Esperando

Não queiras, Lídia, edificar no spaço
Que figuras futuro, ou prometer-te
Amanhã. Cumpre-te hoje, não 'sperando.
Tu mesma és tua vida.

Não te destines, que não és futura.
Quem sabe se, entre a taça que esvazias,
E ela de novo enchida, não te a sorte
Interpõe o abismo?

Ricardo Reis, Odes

Porque é mesmo assim. Porque se calhar não se pode hoje fazer tudo o que se quereria mas pode-se fazer o máximo possível. Porque quando for o momento em que se pode fazer o que se quereria, podemos então vivê-lo no presente e quem sabe não desejaríamos, sem poder, fazer aquilo que hoje não fizemos a pensar no que gostaríamos de fazer.