Soam vãos, dolorido epicurista,
Os versos teus, que a minha dor despreza;
Já tive a alma sem descrença presa
Desse teu sonho, que perturba a vista.
Da Perfeição segui em vã conquista,
Mas vi depressa, já sem a alma acesa,
Que a própria idéia em nós dessa beleza
Um infinito de nós mesmos dista.
Nem à nossa alma definir podemos
A Perfeição em cuja estrada a vida,
Achando-a intérmina, a chorar perdemos.
O mar tem fim, o céu talvez o tenha,
Mas não a ânsia da Coisa indefinida
Que o ser indefinida faz tamanha.
Fernando Pessoa, Cancioneiro
Porque hoje decidi que estavam a precisar de um poemazito do Pessoa... Ou porque era eu que estava com saudades! :)
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
O meu chefe é como Coimbra...
Tem mais encanto na hora da despedida! ADEUZÓVAITEMBORA!!!
Nova direcção na casa - mais dinossauros - esperemos que mais civilizados que os dinossauros anteriores...
Nova direcção na casa - mais dinossauros - esperemos que mais civilizados que os dinossauros anteriores...
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Mais um bocadinho de terror...
Este fim de semana foram mais dois, o primeiro de terror, o segundo, apesar da classificação, eu diria mais thriller...
The awakening
Um terror psicológico com poucos mas bons sustos pelo meio e um desfecho bastante surpreendente. A história é bastante interessante e com detalhes engraçados. Passa-se no início do século XX e temos uma mulher instruída que se dedica a desmantelar fraudes relacionadas com espiritismo, escrevendo também sobre o assunto. A sua ajuda é solicitada para a resolução de um caso, aparentemente real, de um colégio interno assombrado e é especialmente interessante ver a versão de 1907 dos métodos usados para a captação de actividade paranormal (ou exposição da fraude).
Aconselho, mesmo para quem não é grande fã de terror, pela história.
Red State
Um thriller que retrata o funcionamento de uma seita (que se autodenomina igreja) fundamentalista que crê que todo o mal no mundo é trazido pela homossexualidade. Um pequeno núcleo virtualmente impenetrável, armado "até aos dentes" e que usa as novas tecnologia para atrair as vítimas dos seus rituais dementes.
Três jovens são apanhados na sua rede quando procuram uma aventura sexual e a sua jornada desencadeia uma sucessão de eventos que leva as autoridades ao núcleo da seita.
O desenrolar da história é recheado de acção e as personagens interessantes.
Também aconselho!
Como vêm este fim de semana tive mais sorte com as escolhas!
The awakening
Um terror psicológico com poucos mas bons sustos pelo meio e um desfecho bastante surpreendente. A história é bastante interessante e com detalhes engraçados. Passa-se no início do século XX e temos uma mulher instruída que se dedica a desmantelar fraudes relacionadas com espiritismo, escrevendo também sobre o assunto. A sua ajuda é solicitada para a resolução de um caso, aparentemente real, de um colégio interno assombrado e é especialmente interessante ver a versão de 1907 dos métodos usados para a captação de actividade paranormal (ou exposição da fraude).
Aconselho, mesmo para quem não é grande fã de terror, pela história.
Red State
Um thriller que retrata o funcionamento de uma seita (que se autodenomina igreja) fundamentalista que crê que todo o mal no mundo é trazido pela homossexualidade. Um pequeno núcleo virtualmente impenetrável, armado "até aos dentes" e que usa as novas tecnologia para atrair as vítimas dos seus rituais dementes.
Três jovens são apanhados na sua rede quando procuram uma aventura sexual e a sua jornada desencadeia uma sucessão de eventos que leva as autoridades ao núcleo da seita.
O desenrolar da história é recheado de acção e as personagens interessantes.
Também aconselho!
Como vêm este fim de semana tive mais sorte com as escolhas!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Terror, terror e mais terror... E um bocadinho de ficção.
Pois é, nos últimos dias andei-me a pôr em dia com o terror dos últimos tempos (e ainda tenho lá mais...). Fica aqui uma opinião rápida para os fãs do género que por aí navegam.
The Devil Inside:
Mais um filme de exorcismo. Há-os aos pontapés, a história não é nada de especial, os efeitos especiais não estão mauzinhos e, com toda a sinceridade, acho que a classificação de 4.0 no imdb é um bocadinho à laia do hater... Não é nada de transcendente, mas também não é assim TÃO mau...
O tema está batido e quando o tema está batido, ou bem que tem um "baseado em acontecimentos verídicos" ou bem que tem um enredo espectacular. Este não tem nenhum dos dois (tem uma tentativa à Blairwitch de fazer de conta que é baseado em factos verídicos mas mesmo essa sem esforço por aí além). Mas repito, não é assim TÃO mau.
The Cabin in the Woods:
Vou premiar este com o título "Filme mais dafuq did I just watch do ano". Ora, começamos com o típico filme de jovens que vão para um sítio isolado e pedem indicações a um esquisitóide qualquer (só visto um gazilião de vezes) depois o ganzado do grupo tem uns acessos de presença de espírito e tal, mas sem grande lógica.
Por outro lado, percebemos que os jovens estão a ser controlados em ambiente de laboratório e parece que a coisa vai ficar interessante, porque em vez de sobrenatural é uma experiência... ou assim...
Mas não, afinal é mesmo tudo sobrenatural... Mas assim um abuso de sobrenatural...
Aliás, vêm a série Supernatural? É mais ou menos a série inteira (e mais qualquer coisita) condensada nuns minutos... A sério, às tantas já só alternava entre rir-me e ficar com cara de parva... Vale pelo conteúdo gore. Definitivamente, considero o 7.2 uma gigantesca sobrevalorização. A ideia é original mas o argumento deixa um pouco a desejar.
Quarantine 2: Terminal:
Basicamente o mesmo que o REC mas num local diferente, com personagens diferentes e em inglês. Um vírus transmitido por cobaias de laboratório torna os contaminados agressivos e a contaminação é mais ou menos à la zombie, pelas mordidas.
Bastante enervante e violento, mas pouco original.
Vê-se bem.
The Roommate:
Já viram o Single White Female (Rapariga Procura Companheira)? Claro que já, toda a gente já viu, já deu um bilião de vezes na TV! É o mesmo mas em ambiente universitário e em mau. Fraquinho, fraquinho... Pensámos que tínhamos atingido o fundo... Mal nós sabíamos que, a seguir, vinha...
The Innkeepers:
Ora aqui está uma daquelas classificações que me transcendem!!! Este filme ter 5.6 é tipo O Padrinho ter 3.0 mas ao contrário...
Não há NADA que preste neste filme. Nem os actores, nem o argumento, nem os efeitos especiais, sabem o que é que é nada desta bida? É NA-DA-DES-TA-BI-DA!!!
Não faz sentido nenhum, não se percebe a ideia do papel das personagens na história, parece que um grupo de amigos se juntou e como alguns queria entrar no filme inventaram-se papéis à toa para eles, que implicassem eles aparecerem bastante mas sem terem significado nenhum. Além disso, mesmo as personagens principais não têm uma história decente... HORRÍVEL!!!
Dos piores filmes de terror que já vi e olhem que eu, no que diz respeito a terror, papo muita porcaria!!!
Por fim chegámos ao bocadinho de ficção que ficou prometido...
Prometheus:
É giro, dentro do género. Ridley Scott a ser ele próprio. Basicamente encontram-se provas suficientes para concluir que houve alienígenas na terra há milhares de anos atrás e para suspeitar que foram estes que nos deram origem (ou que nos "criaram"). Através de imagens de várias eras diferentes da humanidade, percebe-se qual seria a origem destes alienígenas e vai-se lá fazer-lhes uma visita... O que é que sucede? Sucede que eles não são lá muito simpáticos e gostam de fazer experiências maradas... É também a prequela de um outro filme, mas não vou dizer que é spoiler. Até gostei, andava com algumas saudades da ficção científica e este não está mau.
E pronto, fica a minha opinião, que vale o que vale, caso estejam a pensar fazer uma maratona deste género!
The Devil Inside:
Mais um filme de exorcismo. Há-os aos pontapés, a história não é nada de especial, os efeitos especiais não estão mauzinhos e, com toda a sinceridade, acho que a classificação de 4.0 no imdb é um bocadinho à laia do hater... Não é nada de transcendente, mas também não é assim TÃO mau...
O tema está batido e quando o tema está batido, ou bem que tem um "baseado em acontecimentos verídicos" ou bem que tem um enredo espectacular. Este não tem nenhum dos dois (tem uma tentativa à Blairwitch de fazer de conta que é baseado em factos verídicos mas mesmo essa sem esforço por aí além). Mas repito, não é assim TÃO mau.
The Cabin in the Woods:
Vou premiar este com o título "Filme mais dafuq did I just watch do ano". Ora, começamos com o típico filme de jovens que vão para um sítio isolado e pedem indicações a um esquisitóide qualquer (só visto um gazilião de vezes) depois o ganzado do grupo tem uns acessos de presença de espírito e tal, mas sem grande lógica.
Por outro lado, percebemos que os jovens estão a ser controlados em ambiente de laboratório e parece que a coisa vai ficar interessante, porque em vez de sobrenatural é uma experiência... ou assim...
Mas não, afinal é mesmo tudo sobrenatural... Mas assim um abuso de sobrenatural...
Aliás, vêm a série Supernatural? É mais ou menos a série inteira (e mais qualquer coisita) condensada nuns minutos... A sério, às tantas já só alternava entre rir-me e ficar com cara de parva... Vale pelo conteúdo gore. Definitivamente, considero o 7.2 uma gigantesca sobrevalorização. A ideia é original mas o argumento deixa um pouco a desejar.
Quarantine 2: Terminal:
Basicamente o mesmo que o REC mas num local diferente, com personagens diferentes e em inglês. Um vírus transmitido por cobaias de laboratório torna os contaminados agressivos e a contaminação é mais ou menos à la zombie, pelas mordidas.
Bastante enervante e violento, mas pouco original.
Vê-se bem.
The Roommate:
Já viram o Single White Female (Rapariga Procura Companheira)? Claro que já, toda a gente já viu, já deu um bilião de vezes na TV! É o mesmo mas em ambiente universitário e em mau. Fraquinho, fraquinho... Pensámos que tínhamos atingido o fundo... Mal nós sabíamos que, a seguir, vinha...
The Innkeepers:
Ora aqui está uma daquelas classificações que me transcendem!!! Este filme ter 5.6 é tipo O Padrinho ter 3.0 mas ao contrário...
Não há NADA que preste neste filme. Nem os actores, nem o argumento, nem os efeitos especiais, sabem o que é que é nada desta bida? É NA-DA-DES-TA-BI-DA!!!
Não faz sentido nenhum, não se percebe a ideia do papel das personagens na história, parece que um grupo de amigos se juntou e como alguns queria entrar no filme inventaram-se papéis à toa para eles, que implicassem eles aparecerem bastante mas sem terem significado nenhum. Além disso, mesmo as personagens principais não têm uma história decente... HORRÍVEL!!!
Dos piores filmes de terror que já vi e olhem que eu, no que diz respeito a terror, papo muita porcaria!!!
Por fim chegámos ao bocadinho de ficção que ficou prometido...
Prometheus:
É giro, dentro do género. Ridley Scott a ser ele próprio. Basicamente encontram-se provas suficientes para concluir que houve alienígenas na terra há milhares de anos atrás e para suspeitar que foram estes que nos deram origem (ou que nos "criaram"). Através de imagens de várias eras diferentes da humanidade, percebe-se qual seria a origem destes alienígenas e vai-se lá fazer-lhes uma visita... O que é que sucede? Sucede que eles não são lá muito simpáticos e gostam de fazer experiências maradas... É também a prequela de um outro filme, mas não vou dizer que é spoiler. Até gostei, andava com algumas saudades da ficção científica e este não está mau.
E pronto, fica a minha opinião, que vale o que vale, caso estejam a pensar fazer uma maratona deste género!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
A Máquina de Joseph Walser
A Máquina de Joseph Walser, que como sabem foi prendinha da Panuci e comecei a ler logo a seguir ao Natal, é uma leitura rápida e surpreendente.
A sério: surpreendente! Já há algum tempo que não esbarrava assim com uma "escrita nova" e apesar de me ter feito, em certa medida, lembrar o tipo de escrita do António Lobo Antunes, não é bem a mesma coisa... Attaboy Gonçalo M. Tavares!
Joseph Walser com os seus "sapatos irresponsáveis" é uma personagem recta e previsível, com a maior atenção aos detalhes a quem a normalidade é súbitamente abalada a vários níveis, sendo sempre rapidamente retomada, considerando as novas circunstâncias!
Um último capítulo estranho e desassossegado fecha com chave de ouro esta curta obra. Tendo sido a minha primeira experiência com este autor, garanto já que é, definitivamente, para repetir!
Recomendo!
A sério: surpreendente! Já há algum tempo que não esbarrava assim com uma "escrita nova" e apesar de me ter feito, em certa medida, lembrar o tipo de escrita do António Lobo Antunes, não é bem a mesma coisa... Attaboy Gonçalo M. Tavares!
Joseph Walser com os seus "sapatos irresponsáveis" é uma personagem recta e previsível, com a maior atenção aos detalhes a quem a normalidade é súbitamente abalada a vários níveis, sendo sempre rapidamente retomada, considerando as novas circunstâncias!
Um último capítulo estranho e desassossegado fecha com chave de ouro esta curta obra. Tendo sido a minha primeira experiência com este autor, garanto já que é, definitivamente, para repetir!
Recomendo!
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Espírito para 2013
É este:
The Fixer
Yeah, hey, hey
When somethings dark, let me shed a little light on it
When somethings cold, let me put a little fire on it
If somethings old, I wanna put a bit of shine on it
When somethings gone, I wanna fight to get it back again
Yeah, yeah, yeah, yeah, fight to get it back again
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah
When somethings broke, I wanna put a bit of fixin on it
When somethings bored, I wanna put a little exciting on it
If somethings low, I wanna put a little high on it
When somethings lost, I wanna fight to get it back again
Yeah, yeah, yeah, yeah, fight to get it back again
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah
When signals cross, I wanna put a little straight on it
If there's no love, I wanna try to love again
I’ll say your prayers, I’ll take your side
I'll find us a way to make light
I'll dig your grave, we'll dance and sing
What's saved could be one last lifetime
Hey, hey, hey
Yeah, yeah, yeah, yeah, fight to get it back again
Yeah, yeah, yeah, yeah
Fight to get it back again, yeah, yeah, yeah
Fight to get it back again, yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah
The Fixer
Yeah, hey, hey
When somethings dark, let me shed a little light on it
When somethings cold, let me put a little fire on it
If somethings old, I wanna put a bit of shine on it
When somethings gone, I wanna fight to get it back again
Yeah, yeah, yeah, yeah, fight to get it back again
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah
When somethings broke, I wanna put a bit of fixin on it
When somethings bored, I wanna put a little exciting on it
If somethings low, I wanna put a little high on it
When somethings lost, I wanna fight to get it back again
Yeah, yeah, yeah, yeah, fight to get it back again
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah
When signals cross, I wanna put a little straight on it
If there's no love, I wanna try to love again
I’ll say your prayers, I’ll take your side
I'll find us a way to make light
I'll dig your grave, we'll dance and sing
What's saved could be one last lifetime
Hey, hey, hey
Yeah, yeah, yeah, yeah, fight to get it back again
Yeah, yeah, yeah, yeah
Fight to get it back again, yeah, yeah, yeah
Fight to get it back again, yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Feliz ano novo!
Ora como é 6ª feira e eu sou uma gente que não mete cá os cotos em dias de descanso, fica já a mensagem.
Que tenham umas belas entradas, com os dois pés por já não estarem em condições de se apoiar só no direito (isso dos bêbados serem capazes de fazer o 4 é um mito), com uma ligeira má disposição por terem enfardado que nem uns animais a ser curada aos poucos à conta de um digestivo daqueles à maneira (leia-se: de aguardente para cima) e com uma cara de nojo por terem de cumprir a tradição das passas.
Que não falte a luz para o champanhe ficar bem fresquinho, que não tenham de abraçar a sanita e que a ressaca não encontre o caminho das vossas casas no dia 1!
E pronto... O ano de 2013 lá chegará e a malta fará dele o melhor que conseguir, que não há outra maneira de fazer as coisas! :D
Divirtam-se peeps!!!
Que tenham umas belas entradas, com os dois pés por já não estarem em condições de se apoiar só no direito (isso dos bêbados serem capazes de fazer o 4 é um mito), com uma ligeira má disposição por terem enfardado que nem uns animais a ser curada aos poucos à conta de um digestivo daqueles à maneira (leia-se: de aguardente para cima) e com uma cara de nojo por terem de cumprir a tradição das passas.
Que não falte a luz para o champanhe ficar bem fresquinho, que não tenham de abraçar a sanita e que a ressaca não encontre o caminho das vossas casas no dia 1!
E pronto... O ano de 2013 lá chegará e a malta fará dele o melhor que conseguir, que não há outra maneira de fazer as coisas! :D
Divirtam-se peeps!!!
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
The Dark Knight Rises
Eina esqueci-me! Pois é, foi no mesmo fim de semana do The Avengers e do Looper, mas não cheguei a contar: vi também o The Dark Knight Rises!
As expectativas eram elevadíssimas depois dos dois primeiros filmes e devo dizer que, na minha opinião, não deixou NADA a desejar.
Há uma que o Batman é o super herói mais fixe do mundo (talvez o Iron Man ande lá perto, mas tenho de o conhecer melhor :P), há duas que o Christian Bale é um actor do caraças e há três que a saga andava a precisar de uma personagem feminina que não fosse pãozinho sem sal!
Gostei muito da história e fiquei extremamente surpreendida com as reviravoltas (a sério, houve algumas que eu não estava mesmo nada à espera!). A acção, depois de começar, é sempre a subir e culmina num confronto de dimensões épicas, de arrepiar até ao último momento.
Gostei bastante, mais uma vez, do Joseph Gordon-Levitt e ESPERO BEM que venha aí uma sequela, porque tenho ideia de ter ouvido falar que este seria o último... Please, no!
Além disto tudo, há sempre a razão base para eu gostar muito dos filmes desta saga, a cereja no topo do bolo...
Heheheh... Sim, eu sei que já estavam à espera :P
As expectativas eram elevadíssimas depois dos dois primeiros filmes e devo dizer que, na minha opinião, não deixou NADA a desejar.
Há uma que o Batman é o super herói mais fixe do mundo (talvez o Iron Man ande lá perto, mas tenho de o conhecer melhor :P), há duas que o Christian Bale é um actor do caraças e há três que a saga andava a precisar de uma personagem feminina que não fosse pãozinho sem sal!
Gostei muito da história e fiquei extremamente surpreendida com as reviravoltas (a sério, houve algumas que eu não estava mesmo nada à espera!). A acção, depois de começar, é sempre a subir e culmina num confronto de dimensões épicas, de arrepiar até ao último momento.
Gostei bastante, mais uma vez, do Joseph Gordon-Levitt e ESPERO BEM que venha aí uma sequela, porque tenho ideia de ter ouvido falar que este seria o último... Please, no!
Além disto tudo, há sempre a razão base para eu gostar muito dos filmes desta saga, a cereja no topo do bolo...
Heheheh... Sim, eu sei que já estavam à espera :P
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
De Moscovo a Petushki
Digam-me lá o que vos parece da ideia de entrar dentro da cabeça de um alcoólico, sofrendo um pouco da ressaca matinal e desfrutando depois da bebedeira nos seus mais variados moldes e intensidades, enquanto decorre uma viagem de combóio cuja duração é deturpada pela mente toldada pelo álcool e toda a realidade, que é observada do ponto de vista do autor, Venedikt Erofeev, está dependente da natureza e quantidade da bebida ingerida?
Não me lixem, não vos pode parecer mal!
É fascinante! Começando pela escrita, naquele discurso (e por vezes diálogo) mental que todos fazemos e que, confessem que eu também, se torna bastante mais interessante quando "alterado", e terminando na descrição da realidade (e, a certo ponto, de um sonho) com pormenores deliciosos, daqueles que, simplesmente, não notamos num estado sóbrio.
São também descritas algumas situações passadas da vida do autor, de acontecimentos marcantes e da sua paixão incontrolável por uma mulher, ficando, ainda assim, pouco claro quanto do descrito é relembrado com exactidão e quanto faz parte do delírio alcoólico.
Pelo que sei, De Moscovo a Petushki (cuidado com este link, tem spoiler...) já não se publica em português, eu tive a sorte de o pedirem emprestado para me emprestar, por conhecerem a minha "pancada" por escritores russos, mas asseguro que vale a pena lê-lo, nem que seja em inglês (parto do princípio que a maioria de vós não sabe russo... ai, o que eu gostava de saber...).
E é assim. Fabuloso do princípio ao fim. Viciante!
Agora estou a conhecer o Gonçalo M. Tavares com o livro A Máquina de Joseph Walser que me trouxe o Pai Natal da Panuci :D Novidades em breve.... heheh
Não me lixem, não vos pode parecer mal!
É fascinante! Começando pela escrita, naquele discurso (e por vezes diálogo) mental que todos fazemos e que, confessem que eu também, se torna bastante mais interessante quando "alterado", e terminando na descrição da realidade (e, a certo ponto, de um sonho) com pormenores deliciosos, daqueles que, simplesmente, não notamos num estado sóbrio.
São também descritas algumas situações passadas da vida do autor, de acontecimentos marcantes e da sua paixão incontrolável por uma mulher, ficando, ainda assim, pouco claro quanto do descrito é relembrado com exactidão e quanto faz parte do delírio alcoólico.
Pelo que sei, De Moscovo a Petushki (cuidado com este link, tem spoiler...) já não se publica em português, eu tive a sorte de o pedirem emprestado para me emprestar, por conhecerem a minha "pancada" por escritores russos, mas asseguro que vale a pena lê-lo, nem que seja em inglês (parto do princípio que a maioria de vós não sabe russo... ai, o que eu gostava de saber...).
E é assim. Fabuloso do princípio ao fim. Viciante!
Agora estou a conhecer o Gonçalo M. Tavares com o livro A Máquina de Joseph Walser que me trouxe o Pai Natal da Panuci :D Novidades em breve.... heheh
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
"12-12-12" The Concert for Sandy Relief
Awesomeness is...
... Roger Waters + Eddie Vedder + Comfortably Numb. Estranho, um bocadinho, mas espectacular na mesma.
... Paul McCartney + Nirvana + Cut Me Some Slack (fresquinha!). O Sir não está nada mal para a idade, ainda rocka à home e já se sabe que tudo onde o Dave Grohl mete as patungas dá bom resultado!
(Caro Paul, todos sabemos que o que querias dizer no fim era "Fuck yeah!" e não "Oh yeah!" :P)
E é isto. E hoje ao fim do dia e depois de para aí uma hora inteira de convívio empresarial forçado, começa uma semaninha e pouco de férias... Já sabem que o blog sofre sempre com as minhas férias portanto se "não falarmos" entretanto, olhem, um bom Natal! :D
... Roger Waters + Eddie Vedder + Comfortably Numb. Estranho, um bocadinho, mas espectacular na mesma.
... Paul McCartney + Nirvana + Cut Me Some Slack (fresquinha!). O Sir não está nada mal para a idade, ainda rocka à home e já se sabe que tudo onde o Dave Grohl mete as patungas dá bom resultado!
(Caro Paul, todos sabemos que o que querias dizer no fim era "Fuck yeah!" e não "Oh yeah!" :P)
E é isto. E hoje ao fim do dia e depois de para aí uma hora inteira de convívio empresarial forçado, começa uma semaninha e pouco de férias... Já sabem que o blog sofre sempre com as minhas férias portanto se "não falarmos" entretanto, olhem, um bom Natal! :D
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Só mais um esticãozinho...
Já passou o 12-12-12 e, pasmem-se, nem isto |-| de diferença... Aguardemos então o 21-12-2012 e o respectivo Apocalipse... Ou então o 22-12-2012 que também pode vir em vez do Apocalipse...
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Looper
Depois do The Avengers, resolvi brincar um bocadinho com o conceito de herói e vi o Looper.
Tenho a dizer que fiz muito bem!
Com uma história empolgante e imprevisível, misturando a ficção científica com a acção à "moda antiga", fiquei agarrada ao ecrã!
Numa época em que as viagens no tempo ainda não foram inventadas mas estão a 30 anos de o ser (e pronto, contrariando as leis da física, permitem voltar para momentos anteriores àquele em que foram inventadas) e que os poderes telecinéticos são uma mutação relativamente comum na população mas, aparentemente, sem grande utilidade dadas as suas limitações, os mafiosos do futuro contratam assassinos cuja especialidade é receber e executar os alvos no presente, tornando assim impossível a resolução de qualquer assassinato por eles comandado, tanto no presente como no futuro.
Estes assassinos trabalham como que em "ciclo" (loop), sendo que, assumindo que sobrevivem 30 anos, serão enviados para o "presente" para serem executados por si próprios, altura em que a recompensa é superior e termina o contrato, tendo a liberdade de viver os 30 anos seguintes com os ganhos e sem preocupações.
Porém, nem tudo corre sempre bem... E é de uma falha que se desenrola a história!
Interpretação fantástica de Joseph Gordon-Levitt (é que até a expressão facial muda!) e um Bruce Willis como se quer são os ingredientes finais para nos deixar a ver o filme sentados na beirinha do sofá!
![]() |
| (Reparem na expressão no JGL... Rings a bell?) |
É mesmo para ver!
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
The Avengers
Este fim de semana aproveitei para ver uns filmezinhos e o primeiro deles foi o The Avengers, que já estava para ver há algum tempo e ainda não tinha tido oportunidade.
Tenho a dizer que adorei! Claro que é um filme da pipoca, muito menos sombrio que o Dark Knight, por exemplo, mantendo-nos nos super-heróis, com uma história mais terra a terra, apesar de haver pequenos twists na imagem dos bons contra os maus (bem, na verdade mais de alguns bons, não tanto dos maus, esses são mesmo maus).
Adoro o humor associado à personalidade de cada herói, especialmente do Iron Man, interpretado pelo Robert Downey Jr., um actor espectacular para uma personagem espectacular. Surpreendeu-me a Scarlett Johansson, que parecia melhor actriz num filme mainstream destes do que nas parvoíces do Woody Allen (perdoem-me os seguidores, é raro gostar de alguma coisa do senhor, em especial com a Scarlett). O Hulk é o Hulk, sempre brutal, o Hawkeye também tem a sua piada, o Thor é o semideus relutante em aceitar ajuda naquilo que devia ter conseguido fazer sozinho, o Capitão América é de todos o que acho mais enfadonho e o mauzão Loki o típico "segundo filho" que se revolta por ter crescido na sombra do irmão genial.
Não penso que tenha aquele toque de genialidade com que por vezes se consegue abordar uma história de super heróis, mas também, se todos o tivessem, não seria assim tão genial, não é?
É, isso sim, a garantia de duas horas muito bem passadas!
Tenho a dizer que adorei! Claro que é um filme da pipoca, muito menos sombrio que o Dark Knight, por exemplo, mantendo-nos nos super-heróis, com uma história mais terra a terra, apesar de haver pequenos twists na imagem dos bons contra os maus (bem, na verdade mais de alguns bons, não tanto dos maus, esses são mesmo maus).
Adoro o humor associado à personalidade de cada herói, especialmente do Iron Man, interpretado pelo Robert Downey Jr., um actor espectacular para uma personagem espectacular. Surpreendeu-me a Scarlett Johansson, que parecia melhor actriz num filme mainstream destes do que nas parvoíces do Woody Allen (perdoem-me os seguidores, é raro gostar de alguma coisa do senhor, em especial com a Scarlett). O Hulk é o Hulk, sempre brutal, o Hawkeye também tem a sua piada, o Thor é o semideus relutante em aceitar ajuda naquilo que devia ter conseguido fazer sozinho, o Capitão América é de todos o que acho mais enfadonho e o mauzão Loki o típico "segundo filho" que se revolta por ter crescido na sombra do irmão genial.
Não penso que tenha aquele toque de genialidade com que por vezes se consegue abordar uma história de super heróis, mas também, se todos o tivessem, não seria assim tão genial, não é?
É, isso sim, a garantia de duas horas muito bem passadas!
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Histórias Extraordinárias
Este foi o último livro que li, já acabei há mais de uma semana mas como a semana passada foi complicada só hoje é que venho cá mandar uns bitaites.
Trata-se realmente de uma colecção de Histórias Extraordinárias. Nunca tinha lido contos do Poe por isso comecei com grande expectativa e, na verdade, foi largamente ultrapassada.
Começo com os três contos mais dentro do género policial, com crimes resolvidos por uma personagem que, não estando ligada a investigação directamente, acaba por ser mais eficiente que a polícia, dada a sua enorme capacidade dedutiva e a sua mente aberta para aceitar os cenários mais inverosímeis, que o protocolo habitual deixa fugir. São conto muito focados nas deduções deliciosas que levaram à resolução do mistério em causa, mais do que na investigação em si.
Depois temos também uma emocionante e febril caça ao tesouro, que não é possível parar de ler até se descobrir o final e uma "história de marinheiro" em que a física (sim, a ciência) acaba por salvar o dia!
Toca-se ainda o sobrenatural e a morte num conto em que as descrições são de tal forma assustadoras que deixam imagens gravadas na mente como se tivéssemos "visto o filme". Ainda no sobrenatural, vem um curto conto de "karma", também a puxar um pouco para o terror.
Por fim, o meu preferido, um conto em que um cenário sério vai assumindo um perfil cada vez mais desconfortavelmente cómico até ser revelado um final que se vai adivinhando aos poucos. Um conto repleto de humor negro no seu melhor!
Aconselho vivamente!
Trata-se realmente de uma colecção de Histórias Extraordinárias. Nunca tinha lido contos do Poe por isso comecei com grande expectativa e, na verdade, foi largamente ultrapassada.
Começo com os três contos mais dentro do género policial, com crimes resolvidos por uma personagem que, não estando ligada a investigação directamente, acaba por ser mais eficiente que a polícia, dada a sua enorme capacidade dedutiva e a sua mente aberta para aceitar os cenários mais inverosímeis, que o protocolo habitual deixa fugir. São conto muito focados nas deduções deliciosas que levaram à resolução do mistério em causa, mais do que na investigação em si.
Depois temos também uma emocionante e febril caça ao tesouro, que não é possível parar de ler até se descobrir o final e uma "história de marinheiro" em que a física (sim, a ciência) acaba por salvar o dia!
Toca-se ainda o sobrenatural e a morte num conto em que as descrições são de tal forma assustadoras que deixam imagens gravadas na mente como se tivéssemos "visto o filme". Ainda no sobrenatural, vem um curto conto de "karma", também a puxar um pouco para o terror.
Por fim, o meu preferido, um conto em que um cenário sério vai assumindo um perfil cada vez mais desconfortavelmente cómico até ser revelado um final que se vai adivinhando aos poucos. Um conto repleto de humor negro no seu melhor!
Aconselho vivamente!
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Parabéns a dobrar!
Então não é que hoje se celebram dois importantíssimos aniversários??? Os 80s nunca teriam sido os mesmos sem eles!
Senão vejam:
Este hit celebra hoje 30 anos!!!
E este senhor celebra o seu 57º aniversário:
PARABÉNS!!! :D
Senão vejam:
Este hit celebra hoje 30 anos!!!
E este senhor celebra o seu 57º aniversário:
PARABÉNS!!! :D
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Manias
O mundo é velha cena ensanguentada.
Coberta de remendos, picaresca;
A vida é chula farsa assobiada,
Ou selvagem tragédia romanesca.
Eu sei um bom rapaz, - hoje uma ossada -,
Que amava certa dama pedantesca,
Perversíssima, esquálida e chagada,
Mas cheia de jactância, quixotesca.
Aos domingos a déia, já rugosa,
Concedia-lhe o braço, com preguiça,
E o dengue, em atitude receosa,
Na sujeição canina mais submissa,
Levava na tremente mão nervosa,
O livro com que a amante ia ouvir missa!
Cesário Verde, O Livro de Cesário Verde
Coberta de remendos, picaresca;
A vida é chula farsa assobiada,
Ou selvagem tragédia romanesca.
Eu sei um bom rapaz, - hoje uma ossada -,
Que amava certa dama pedantesca,
Perversíssima, esquálida e chagada,
Mas cheia de jactância, quixotesca.
Aos domingos a déia, já rugosa,
Concedia-lhe o braço, com preguiça,
E o dengue, em atitude receosa,
Na sujeição canina mais submissa,
Levava na tremente mão nervosa,
O livro com que a amante ia ouvir missa!
Cesário Verde, O Livro de Cesário Verde
Como é que eu alguma vez pude não gostar de Cesário Verde? Não consigo perceber.
Já agora, se sois daquelas pessoas que planeia as coisas com antecedência, fica o plano para o próximo Dia dos Namorados:
Yippee-ki-yay motherf****!
Romântico mais romântico, não há!
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Idon't know but I've been told...
End of the world be mighty cold!!!
A qualidade é péssima, gravado da TV por alguém com graves problemas em manter-se quieto, mas vale a pena na mesma! Uma das minhas cenas preferidas de sempre XD E mais vistas também! hehehe
Sempre que há gente a chatear-me a cabeça, adoro ver este tipo de coisas! LOL Rir é SEMPRE o melhor remédio! heheheh
A qualidade é péssima, gravado da TV por alguém com graves problemas em manter-se quieto, mas vale a pena na mesma! Uma das minhas cenas preferidas de sempre XD E mais vistas também! hehehe
Sempre que há gente a chatear-me a cabeça, adoro ver este tipo de coisas! LOL Rir é SEMPRE o melhor remédio! heheheh
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Princípios...
É contra os meus princípios trabalhar ao fim de semana.
Este fim de semana, depois de muito tempo, tive mesmo de o fazer. Recompensa? O boss inventa lá mais uma m*** qualquer nova (e ilógica, para não variar, que a senilidade não perdoa) e termina a conversa durante a qual ma pede para a implementar com "então faça lá isso!".
Ora, eu estou-me cagando, que é mesmo assim, para títulos, sejam eles engenheiro, doutor, professor ou o raio que os parta. Também não vejo a idade, principalmente avançada, como desculpa para a falta de respeito, educação e humildade.
É, também, contra os meus princípios respeitar QUALQUER pessoa que não me respeite a mim. Nunca dei confiança a este velho senil e não andei com ele na escola, até porque quando eu lá andava já ele era senil.
Tive de recusar um convite para uma festa de aniversário no Domingo onde iria rever amigos com quem não estou há MESES (para ser sincera, penso que fez precisamente um ano no caso do D.) porque o velho energúmeno quis, de um dia para o outro, mostrar a toda a gente que tinha feito aquilo que devia ter sido feito ao longo de DOIS ANOS e que esteve parado durante meses a fio dependente de decisões, contribuições e mudanças de ideias de quem? DELE!
Assim sendo, fica aqui o meu compromisso solene de que nunca mais na vida trabalharei ao fim de semana.
Tenho dito!
E para isto não ficar com um ar muito pesado... Tomem lá:
Este fim de semana, depois de muito tempo, tive mesmo de o fazer. Recompensa? O boss inventa lá mais uma m*** qualquer nova (e ilógica, para não variar, que a senilidade não perdoa) e termina a conversa durante a qual ma pede para a implementar com "então faça lá isso!".
Ora, eu estou-me cagando, que é mesmo assim, para títulos, sejam eles engenheiro, doutor, professor ou o raio que os parta. Também não vejo a idade, principalmente avançada, como desculpa para a falta de respeito, educação e humildade.
É, também, contra os meus princípios respeitar QUALQUER pessoa que não me respeite a mim. Nunca dei confiança a este velho senil e não andei com ele na escola, até porque quando eu lá andava já ele era senil.
Tive de recusar um convite para uma festa de aniversário no Domingo onde iria rever amigos com quem não estou há MESES (para ser sincera, penso que fez precisamente um ano no caso do D.) porque o velho energúmeno quis, de um dia para o outro, mostrar a toda a gente que tinha feito aquilo que devia ter sido feito ao longo de DOIS ANOS e que esteve parado durante meses a fio dependente de decisões, contribuições e mudanças de ideias de quem? DELE!
Assim sendo, fica aqui o meu compromisso solene de que nunca mais na vida trabalharei ao fim de semana.
Tenho dito!
E para isto não ficar com um ar muito pesado... Tomem lá:
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
44º aniversário do White Album
O álbum duplo "The Beatles", também conhecido como White Album celebra hoje o 44º aniversário de lançamento e, apesar de eu não ser grande fã de Beatles (perpetuando a rivalidade, sou mais para os Rolling Stones) não posso deixar de celebrar um dos grandes marcos da história da música.
É catita, esta, não posso dizer que não...
Agora num assunto completamente diferente, deixo uma mensagem ao senhor Papa, em jeito de nota de rodapé: mesmo que os animais que, segundo a história relata, se encontravam no local do nascimento de Jesus, fossem um unicórnio e um hipógrifo, continuava a ser mais provável do que a Maria ser virgem... Just saying...
É catita, esta, não posso dizer que não...
Agora num assunto completamente diferente, deixo uma mensagem ao senhor Papa, em jeito de nota de rodapé: mesmo que os animais que, segundo a história relata, se encontravam no local do nascimento de Jesus, fossem um unicórnio e um hipógrifo, continuava a ser mais provável do que a Maria ser virgem... Just saying...
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
I WANT MORE!
MORE - Sisters of Mercy
Some people get by
With a little understanding
Some people get by
With a whole lot more
I don't know
Why you gotta be so undemanding
One thing I know
I want more
I want more
(and I need all the love that I can't get to)
(and I need all the love I can get)
(and I need all the love that I can't get to)
D'you get scared to feel so much?
To let somebody touch you?
So hot, so cold, so far so out of control
Hard to come by, and harder to hold
Some people get by
With a little understanding
Some people get by
With a whole lot more
I don't know
Why you gotta be so undemanding
I want more
[ Lyrics from: http://www.lyricsfreak.com/s/sisters+of+mercy/more_20125685.html ]
(and I need all the love I can get)
(and I need all the love that I can't get to)
(and I need all the love I can get)
(and I need all the love that I can't get to)
There are parts of me that don't get nervous
Not the parts that shake
You won't get what you deserve
You are what you take
Learning to cry for fun and profit
I'm not done yet
Counterfeit dollars or the english zloty
Anything I can get
Some people get by
With a little understanding
Some people get by
With a whole lot more
I don't know
Why you gotta be so undemanding
One thing I know
I want more
(and I need all the love I can get)
(and I need all the love that I can't get to)
(and I need all the love I can get)
(and I need all the love that I can't get to)
All the love that you can get
All the love
That I can't get to...
Hoje apareceu-me esta de manhã... Tão bom!
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